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Mulher na Política - 31/07/2025

Damares defende cotas para trans: "Tenho uma identificação"

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Foto: Reprodução/Google/Montagem Portal Mulher Amazonica

Senadora afirmou que público é duplamente vulnerável e precisa de políticas específicas

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) declarou apoio a cotas sociais para pessoas transexuais em universidades e serviços públicos. A fala ocorreu durante participação no podcast “ Cortadas do Firmino ”, onde ela também afirmou ter forte identificação com travestis e destacou a vulnerabilidade desse grupo.

 

Durante a entrevista, Damares disse que a pauta deve ser defendida pela direita e citou ações implementadas no governo Bolsonaro para qualificação profissional de pessoas trans. Segundo a senadora, as políticas buscavam oferecer oportunidades além dos trabalhos em salões de beleza. A senadora afirma que a pauta era importante para o ex-presidente, revelando que os dados chegaram a " arrancar lágrimas do Bolsonaro ". " Ele disse: 'cuida deste público' ".

 

Damares explicou que muitas travestis deixam a casa ainda na adolescência, o que dificulta a formação acadêmica e o ingresso no mercado formal. “ É muito fácil você conseguir um emprego para o gay, para uma lésbica, para um trisal. Mas a travesti, pelo jeito exuberante dela, você não encontra travesti em um banco trabalhando. Eu defendo a cota social ”, afirmou.

 

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Ela relatou que o público enfrenta abandono familiar, falta de acesso à educação e, muitas vezes, acaba em situação de prostituição. A senadora citou dados de uma pesquisa feita no período em que comandava o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, apontando altos índices de travestis presas por tráfico de drogas em pequenas quantidades.

 

“ Quando elas vão para o cárcere, aquela colega da quitinete não vai visitá-la, ela é abandonada. Temos relatos de travesti pedindo para não sair do presídio porque não tinha para onde ir ”, acrescentou.

 

Políticas e qualificação profissional

 

Damares disse que, no governo Bolsonaro, houve incentivo para qualificar travestis em áreas além do estereótipo. “ Sabe o que a gente fez? Nós fomos qualificá-las, mas não para ser cabeleireiras. Qual é o potencial dessa cidade? É a indústria? Vamos qualificar para indústria ”, declarou.Ela relatou que o público enfrenta abandono familiar, falta de acesso à educação e, muitas vezes, acaba em situação de prostituição. A senadora citou dados de uma pesquisa feita no período em que comandava o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, apontando altos índices de travestis presas por tráfico de drogas em pequenas quantidades.

 

“ Quando elas vão para o cárcere, aquela colega da quitinete não vai visitá-la, ela é abandonada. Temos relatos de travesti pedindo para não sair do presídio porque não tinha para onde ir ”, acrescentou.

 
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Políticas e qualificação profissional

 

Damares disse que, no governo Bolsonaro, houve incentivo para qualificar travestis em áreas além do estereótipo. “ Sabe o que a gente fez? Nós fomos qualificá-las, mas não para ser cabeleireiras. Qual é o potencial dessa cidade? É a indústria? Vamos qualificar para indústria ”, declarou.A senadora reforçou que a combinação de pobreza e discriminação por identidade de gênero torna esse público duplamente vulnerável. Para ela, cotas sociais podem reduzir desigualdades e abrir caminho para inclusão.

 

Fonte: com informações Portal iG

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